quarta-feira, 22 de abril de 2020

O clássico Dry Martini

O Dry Martini é o drink mais clássico, amado e pedido no mundo! Foi imortalizado por James Bond, o Agente 007. É uma bebida feita com gin e vermute seco e servido tradicionalmente em uma taça triangular.
Uma dica fundamental para um Dry Martini perfeito é manter o gin e as taças sempre no freezer. Desta maneira evita-se ter que misturar a bebida com gelo na coqueteleira, e assim ela não fica aguada. Preparar um drink leva apenas cinco minutos e pode ser batido ou misturado, como você preferir.



A receita
– 90ml de gin dry (seco)
– 3 gotas de vermute dry francês
– 1 tira de casca de limão
– 1 azeitona verde (opcional)

Modo de preparo
Misture o gin e o vermute em um copo. Mexa vigorosamente e passe a bebida por um coador, colocando em uma taça triangular gelada. Dê um twist na casca de limão sobre o drinque para acrescentar o sumo, coloque a azeitona e sirva.

Harmonização
Prepare um Steak Tartar com fritas e acompanhe com seu Dry Martini.
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Grávidos

Nathália da Escóssia e Oswaldo Duarte postaram no Instagram: 

"No meio das turbulências sempre há esperança". 
Em meio a quarentena, eles descobriram que foram presenteados com um bebê. 

"Deus nos proporcionou um presente para alegrar a nossa família! 

Quanta gratidão por tudo isso que estamos vivendo!" 

New generation is coming! 

Nossos parabéns ao lindo casal!
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terça-feira, 11 de junho de 2019

Ruínas do Convento de São Boaventura


As ruínas do Convento de São Boaventura, tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), se destacam no cenário do distrito de Porto das Caixas.

O Convento começou a ser erguido em 1660 e foi a quinta construção da Ordem Franciscana do Brasil. Há nele semelhanças com o convento de Santo Antônio, na cidade do Rio de Janeiro, também da Ordem Franciscana.

No local onde hoje estão as ruínas existiu, no século XVIII, a Vila de Santo Antônio de Sá. De 1829 a 1840, porém, uma epidemia de febre amarela dizimou a população da vila e levou os franciscanos a abandonarem o lugar.

As ruínas, tombadas também pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC) em 1978, estão no terreno do Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (COMPERJ).

O espaço não é aberto à visitação.

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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

O primeiro automóvel de Fortaleza

O primeiro automóvel a circular em Fortaleza foi este Rambler de propriedade de Meton de Alencar e Júlio Pinto, dirigido por John Peter Bernard e Rafael Dias Marques.
Arquivo Nirez

O primeiro automóvel chegou em Fortaleza em 28 de março de 1909, vindo dos Estados Unidos pelo vapor inglês “Cearense”.

Era um automóvel da marca “Rambler” usado, comprado pela Empresa Auto Transporte, de propriedade do Dr. Meton de Alencar e de Julio Pinto. Após o desembarque na alfândega, como ninguém soubesse dirigir, o veículo foi puxado por um jumento no trajeto entre o prédio da alfândega até o edifício do Cinema Júlio Pinto, localizado na Rua Major Facundo n° 64, acompanhado por uma verdadeira multidão de curiosos, que se formou ao redor do veiculo e do jumento.

Pela empresa compradora, John Peter Bernard acompanhava o carro, que foi recolhido ao palhabote, onde Roberto Muratori e o velho Dr. Meireles passaram a estudar-lhe o motor, procurando, com redobrados esforços, faze-lo funcionar, o que conseguiram dias depois.

Passava das 22 horas quando o Rambler movimentou-se vagarosamente alguns metros pela rua, guiado pelo português Rafael Dias Marques, caixeiro da Casa Bordalo, e estacou adiante, não havendo força humana que o fizesse rodar. Voltou rebocado para o Cassino Cearense.

Depois de muita pesquisa, Clóvis Meton e Alfredo Borges obtiveram melhores conhecimentos sobre a complicada máquina, saindo afinal para a via pública, cercado sempre do maior e mais vivo interesse por parte da população.

Sempre na calada da noite realizavam experiências, ora indo até o Alagadiço, ora à Estação de Bondes. Nessas viagens quase sempre o carro enguiçava, sendo preciso desmontá-lo em plena rua para consertá-lo. Como o motor estava localizado sob o veículo, era necessário arrancar a carroceria todas as vezes que isso acontecia. Às vezes permanecia semanas numa oficina improvisada, recebendo as atenções dos dois curiosos mecânicos amadores.    

Certa vez perdeu-se a tampa do radiador na estrada de Messejana, e o proprietário anunciou no jornal que gratificaria a quem a encontrasse e devolvesse. Movimentou-se então uma multidão de populares em busca da peça, mas como ninguém sabia o que seria uma tampa de radiador, foram levados ao proprietário, todos os tipos de objetos de ferro que puderam ser encontrados naquela estrada, inclusive, até camburões de ferro. 

Depois de um tempo, de tanto rodar, os pneus ficaram gastos e precisaram ser substituídos, mas onde encontrá-los? Improvisaram então umas rodas de madeira com aros de ferro, que faziam uma barulheira infernal nas pedras de calçamento.

Apesar dos percalços, esse carro conseguiu fazer diversas viagens a Messejana, e de certa feita, foi até Canindé, durante as festas religiosas. Seguiu de Fortaleza até Itaúna dentro de um vagão da E.F. de Baturité, e daí em diante, rodando por uma estrada improvisada, levou um dia inteiro até chegar a Canindé. 

Em certa ocasião ao trafegar na Avenida do Imperador, ao desviar-se de um pedestre, o carro foi de encontro a um muro, derrubando-o. Esse foi o primeiro acidente de trânsito da história da cidade.

Sempre guiado por Rafael Dias Marques, o Rambler rodou durante algum tempo pela Fortaleza daqueles tempos. Depois outros carros apareceram na cidade: Um do Dr. Gadelha e outro de Clóvis Meton, sendo que o de Júlio Pinto recebeu o apelido de Vovô, enquanto o de Clóvis ficou conhecido pelo de Mariquinhas.

Extraído do livro “Coisas que o Tempo Levou” de Raimundo de Menezes.
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